domingo, 9 de maio de 2021

O egoísmo tira o sentido da vida

 Já pensou em como a sua vida pode ser útil à humanidade? Não? É porque talvez você esteja pensando apenas em si mesmo. 


A sua existência passa a ter sentido quando você colabora com a existência de alguém. A razão de um médico existir é o tratamento que ele administra ao paciente. O agricultor que planta e colhe algo que ninguém poderá comer está desperdiçando o precioso tempo da sua vida. Esses são apenas exemplos naturais, da vida terrena e passageira. 


E quanto à vida eterna e ao plano espiritual e divino? Você pode fazer muito para Deus apenas quando fizer ao seu próximo. Mas somos tão egoístas! 


Por quem nós oramos? Por nós mesmos. Qual boca alimentamos? A nossa. A vida Deus nos deu fará sentido quando alimentarmos outras bocas, vestirmos outros corpos e oramos para o bem de outras pessoas. 


"Então, os justos lhe responderão, dizendo: 

- Senhor, quando te vimos com fome e te demos de comer? Ou com sede e te demos de beber?  E, quando te vimos estrangeiro e te hospedamos? Ou nu e te vestimos?  E, quando te vimos enfermo ou na prisão e fomos ver-te?  

E, respondendo o Rei, lhes dirá: 

- Em verdade vos digo  que, quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes." 

Mateus 25:37‭-‬40 ARC





https://bible.com/bible/212/mat.25.37-40.ARC

 








terça-feira, 15 de dezembro de 2020

Quem sou eu pra desobedecer?

Recentemente eu estava ouvindo sobre grandes ondas que quase afundaram um barco e sobre como deve ser terrível estar quase a submergir no meio do oceano. 

Lembrei-me na mesma hora dos discípulos de Jesus que lutaram contra uma tempestade e já davam a batalha como perdida, pois a água já entrava na embarcação sem chance de controle. 
 
Foi então que alguém tomou a única atitude possível no momento: ir até o fundo do barco e acordar o líder da viagem, que dormia tranquilo: Jesus Cristo. O aluno, em completo desespero, fez a cobrança:

- Vamos todos morrer! O Senhor não se importa com isso?

A atitude que Jesus tomou deixou os discípulos perplexos. Ele não tomou a direção do timão, nem se agarrou em alguma madeira para tentar se salvar, boiando.

Calmamente, o Mestre dirigiu-se ao mar e ao vento com a autoridade natural de um líder, ou melhor, de um Criador:

- Vento, fica quieto! Mar, fica calmo!

A ordem foi sobrenatural e a reação das forças naturais foi de obediência imediata. A calma teve lugar novamente no mar e a paz voltou ao barco.

- Quem é esse - perguntou um dos discípulos-, que é obedecido até pelo vento e o mar?


domingo, 31 de maio de 2020

Eu amo a Escola Bíblica Dominical!


Oh! Quanto amo a tua lei! É a minha meditação em todo o dia!
Salmos 119.97

Há tempos não temos aula na Escola Bíblica Dominical. Uma pandemia fez com que todas as aglomerações fossem encerradas por um tempo, impedindo inclusive que as atividades das igrejas, ou melhor, dos templos de qualquer religião, acontecessem. 

Isso fez com que a Igreja Evangélica Preparatória passasse a transmitir, nos dias de culto da Sede Nacional, um programa por meio do Youtube. Assim, às terças, quintas e domingos nós temos o nosso Pastor Presidente ao vivo, cantando, orando e pregando. Os irmãos que têm o privilégio de terem internet em suas casas têm esse consolo, pelo menos: ouvir cultos online.

O que está fazendo falta?


Apesar de termos essa transmissão frequente, nada se compara ao convívio na igreja, com os irmãos. Congregar é estar junto com os que professam a mesma fé, com o propósito de cultuar. 

Tudo faz falta. Pegar na mão dos obreiros, saudando com a paz do Senhor e um sorriso ao entrar no Templo, faz falta. Já o obreiro sente falta de receber os irmãos com o mesmo sorriso. Faz falta ver os instrumentistas no altar da música, o Pastor no altar, os ministros juntos no altar, a igreja cheia, os cânticos em coro... A distribuição dos hinários, para acompanharmos os hinos da Harpa Cristã... Tudo faz falta. Mas quero falar agora de uma falta em especial: da Escola Bíblica Dominical.

As aulas da Escola Bíblica Dominical são uma oportunidade para os crentes se aprofundarem na Palavra de Deus. Quem apenas frequenta os cultos, mesmo que seja batizado, nunca terá conhecimento profundo da vontade de Deus, das Suas promessas, apenas em ouvir pregações. 

Qual a diferença entre ouvir uma pregação e participar de uma aula da Escola Bíblica Dominical?


Quando pregamos nos cultos, seja de louvor ou libertação, a mensagem é direcionada de uma pessoa para seus ouvintes. Já quando estamos na aula da Escola Dominical, temos o professor a poucos metros de nós, sempre perguntando se estamos entendendo o que ele está ensinando. Nós podemos contar testemunhos, dar exemplos pessoais, tirar dúvidas, enfim, transformar a aula em uma rica troca de ensinamentos e aprendizados. 

Como tornar a aula da Escola Bíblica Dominical mais interessante?


Quando eu tenho oportunidade de ministrar a aula da Escola Dominical, tenho um jeito um pouco diferente do que eu costumo ver nos meus irmãos professores. Em geral, os ouvintes gostam. 

1. Não centralizar tudo no professor. 

Para começar, eu não faço a leitura da revista: eu nomeio alguém para que possa ler em voz alta e observo se os demais estão acompanhando. Isso tira um pouco o foco do professor, mas é justamente por isso que eu prefiro, porque o foco tem que estar na lição, não em quem está naquele momento ministrando a aula. Assim, o irmão é convidado a fazer a leitura e, se aceitar, será ele quem lerá até o final da aula. Outra vantagem é que este irmão ou irmã não vai poder sair durante a aula, nem para ir ao banheiro (risos). E sabemos que segurar todos até o fim da aula é um desafio e tanto. 

2. Pedir para vários alunos lerem versículos da lição.

Outro ponto que costumo fazer um pouco diferente de alguns professores é a leitura dos versículos. Sempre que tenho oportunidade de me preparar, ou seja, quando eu já vou para a igreja sabendo que vou ministrar a aula, eu faço a leitura dos versículos mencionados na lição, se eu não souber antecipadamente do que falam. Apenas quando a lição menciona versículos que já sei de cor eu não leio. Por exemplo: A lição fala que o amor de Deus é grande e ele entregou por nós seu filho, e menciona João 3.16. Eu não vou procurar na Bíblia, porque sei que lá está escrito que “Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. 

Quando esses versículos são mencionados na lição, eu peço aos participantes para se preparem para ler o versículo seguinte. Assim, enquanto estou falando da lição, dá tempo para o irmão procurar o versículo e ler antecipadamente. Quando chega a menção ao versículo, o voluntário fica de pé e lê a passagem solicitada. 

Eu chamo de voluntário, porque normalmente eu pergunto: “Quem pode ler o próximo versículo? É Hebreus 13.7”. Nessa hora, normalmente, alguém se oferece. E quando todos demoram em se oferecer, eu peço a alguém diretamente. “O irmão fulano pode ler pra mim?”. E assim todos se sentem participantes, como se estivéssemos construindo juntos a lição. E, na verdade, é isso mesmo que estamos fazendo. 

3. Pedir opinião dos alunos e valorizar o que disserem. 

Gosto também de perguntar se alguém tem opinião diferente do comentarista. Isso valoriza os participantes, porque eles entendem que o comentarista apenas está dando uma opinião e a opinião dos participantes é tão importante quanto a do comentarista ou do professor. 

4. Pedir ao menos uma experiência pessoal. 

Acho importante também pedir pelo menos uma experiência pessoal de algum aluno que comprove o que a lição falou. Por exemplo, a lição que fala sobre o dízimo, que é mandamento de Deus com promessa, que é bom ser dizimista, etc. Eu posso perguntar: “Alguém quer contar uma experiência rápida sobre ser dizimista”? É um momento muito agradável da aula. O aluno se põe de pé e compartilha com os demais uma experiência pessoal, que será edificante para todos. 

5. Ensinar todos os tópicos, sem correr no final. 

Há ainda um ponto em especial que eu tento prestar atenção e não repetir o que considero um erro comum quando damos aula na Escola Bíblica Dominical. Às vezes (ou quase sempre), a lição está empolgante, o assunto rende discussões, explicações mais esmiuçadas, e o professor perde a noção do tempo. Se a lição tem 4 tópicos, o último normalmente fica sem ser ministrado. E o professor, geralmente envergonhado, fala: “A lição estava tão boa que a gente nem viu a hora passar”. 

Para mim, o professor tem obrigação de passar a lição completa. O comentarista não escreveu à toa! O aluno paga o valor da revista inteira, ou seja, espera assimilar todo o conteúdo, mas às vezes o professor não faz questão de passar tudo, prefere focar em um ponto determinado da lição. 

A solução, para mim, é dividir o tempo da aula entre os tópicos e respeitar esse tempo. Se der vinte minutos para cada tópico da lição, é melhor correr com aquele finalzinho de tópico e passar para o próximo, deixando sobrar tempo no final para rever algum tema que merecia mais atenção, do que aprofundar num tema e deixar tópicos sem serem abordados. 

Conclusão


Bom, se você leu até aqui, é porque também gosta muito da Escola Dominical. Eu imagino que você esteja sentindo falta, como eu. 

Vamos orar para que as aulas voltem rápido e que, enquanto isso, Deus levante alguém para ministrar as aulas ao vivo pela internet?

A paz do Senhor Jesus!

domingo, 26 de abril de 2020

Se obedecer a Deus, Ele cancela a sentença do homem


Irmão, o que vai pesar mais, a ordem do homem ou a ordem de Deus? Para qual o lado você está cedendo?

A irmã, marido dela só fez um promessa para ela:

- O dia em que eu chegar em casa e um dos meus filhos estiver machucado, ou algum problema, eu vou lhe dar uma coça. E vai ser no meio dos vizinhos, todos vão ver.

A irmã não era dirigente de mesa, mas era uma das auxiliares. Todos os dias, ela deixava tudo arrumadinho, os filhos orientados, pegava sua bolsa, sua bíblia e ia para o Círculo de Oração. Mas ela ia com a ordem do marido: “O dia que eu chegar em casa... vai ser no dia que eu chegar em casa”.

Olha a sentença que o homem deu. Ela poderia ter procurado a dirigente do círculo de oração e ter falado para ela: “Irmã, me substitui na mesa porque o meu marido já me prometeu uma coça”. Mas ela estava diante da ordem de Deus e diante da ordem do marido. E ela pesou mais para o lado de Deus. Ela falou:

- Não. Vou ficar pela ordem de Deus.

E quando, na quarta-feira, dia do culto, o fogo estava caindo e a irmã olhando para o relógio, ela sabia que o marido iria chegar. E estava pegando fogo no Círculo de Oração. E ela foi embora. Ela não saía antes de acabar. E quando ela chega lá, as vizinhas da vila onde moravam, foram falar com ela.

Lá tem muitas vilas, irmãos. No Rio de Janeiro, tem um barraco em cima do outro, uma casa em cima da outra, ainda mais nas partes pobres onde eu morei. E as vizinhas: "Hum..." Quando vem a irmã, com o coque grande, que é o símbolo dos crentes pentecostais, aquele coque grande. E quando a irmã está chegando, a vizinha:

- Olha, seu marido está uma fera.

Ela pensou: “É hoje que vai cumprir”.

Quando a irmã chegou, o marido já falou para ela:

- O que eu te avisei?

Ele havia chegado em casa, e o filho mais velho falou: “Ele engoliu um negócio aí, papai”. E o menino estava agonizando, engasgado e chorando. O homem, ao invés de pegar a criança e levar no Salgado Filho, para poder ver o que o menino tinha engolido, dar um jeito, não. Ele preparou o “coro” para a irmã, falou: “Eu vou pegar ela, arrebentar ela, eu vou fazer com ela o que eu prometi”.

Irmãos, Deus não é menino, não. Irmãos, saibam: Se Deus mandar, ele cumpre. Ele arca com a responsabilidade! Por isso que no capítulo 10 de Mateus diz: “E sereis entregues aos governadores”.  Você será entregue para a autoridade que for, mas não se preocupe! Saiba que Deus é Deus!

E na hora que ela passa, faz lembrar o hino que diz: Não temas. Não temas. “Ah, mas o homem é muito forte, o homem luta Caratê, luta Judô”... Ele pode lutar o que for, “Eu paro ele”, diz o Senhor. “Eu paro ele porque eu sou Deus”, diz o Senhor.

E na hora que a irmã entra em casa, as vizinhas de longe, olhando, porque já sabiam da cena, sabiam que a irmã iria apanhar muito. Elas ficaram olhando. Na hora que a irmã entra, o homem já foi pondo a mão no coque. Irmãos, o diabo odeia o coque. (Ah!, meu Deus... Esse coque, nem tem muito cabelo, só um coquezinho... mas faz mal ao diabo. Já observou como é difícil, lá no espelho? Dá uma volta... O diabo odeia esse penteado, saiba disso!)

E aquela mão contaminada de pecado, aquela mão cheia de demônio, já vem direto no coque, para agarrar no coque. Na hora que veio, ela fez um gesto e mandou: “Espera”. Ele nunca viu tanta autoridade na mulher. Ele vinha igual a um leão, mas ela ordenou: “Espera”. Ela disse para ele:

- Eu quero te avisar, eu não estava na rua não. Eu estava fazendo a Obra de Deus.

O diabo tem que te ouvir. Abre a boca e fala para ele! Conta a verdade para ele! Fala tudo com ele!

E ele teve que afastar a mão. Ela falou:

- Epa! Espera! Eu queria te fazer um pedido. Deixa eu conversar com quem me prendeu na igreja até agora.

Pegou o menino. E o menino está que chora. Engoliu um negócio.

E ela pegou o menino e levou para o quarto. Cama sem mácula. O homem era ímpio, mas ela era santa. Deitou na cama. O que? O lado da irmã era purificado. Não botou no lado dele, botou no lado dela, onde ela ajoelhava. E ajoelhou e pôs a mão na barriga dele. Ela em lágrimas, dizia:

- Senhor, eu estava na tua casa.. Senhor, eu estava na tua casa! Senhor, agora esse homem já convocou as vizinhas para zombar da minha fé... Para zombar de mim. Agora, olha o que esse menino engoliu, Senhor.

Irmãos, ela testificou isso em lágrimas. E a barriga do menino começou a mexer, ele começou a fazer vômito, e o Senhor disse para ela:

- Pode levantar.

E ela foi lá fora e falou para ele:

- Pode entrar. O médico dos médicos já tirou. Está aqui.

Ele foi lá conferir, e ela falou:

- Agora, faz o que você quiser.

Ele não teve coragem de botar a mão nela.

"Se Deus não guardar a cidade"...


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Autor: Pastor Marco Antonio Mendes.

Transcrição: Evangelista Ricardo Smyllie Affonso.

Texto extraído da pregação ministrada na Igreja Evangélica
Preparatória, dia 02/08/2009.

Link para a pregação completa: https://www.youtube.com/watch?v=I7nXmT8JnDo

Quem é mais eficaz, o exército ou a igreja?


Nós não tínhamos direito a nada, agora fomos feitos filhos de Deus.

Vão olhar para aquele homem e dizer assim: “Olha, você mudou”...

Em Belo Horizonte, houve um grande trabalho através de uns irmãos evangélicos, onde uma companhia militar abrigou os pastores. E aqueles pastores, de poder financeiro pequeno, não tinham condição de ir para hotel.

Então, a organização da reunião preparou para que aqueles homens fossem para o alojamento e quando foi de manhã os pastores ficaram um pouco admirados. Aqueles homens, oficiais, estavam todos observando aqueles homens tomarem café. E, de repente, os pastores repararam que havia cabos, sargentos ali, ajudando a servir os pastores, e pensaram assim:

- Um sargento me servindo, um cabo me servindo...

E um daqueles militares falou assim:

- Vocês trabalham de graça para a nação.

O Pastor, querendo saber mais detalhes, perguntou:

- Por que o senhor está falando assim?

Ele disse:

- Bem, nós trazemos o cidadão para cá e ele fica um ano aqui. E costuma sair daqui pior do que entrou. Já vocês, nós admiramos. Porque vocês, dentro de meses, vocês mudam a conduta de um cidadão.  Vocês conseguem mudar o cidadão totalmente, vocês mudam a vida dele.


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Autor: Pastor Marco Antonio Mendes.

Transcrição: Evangelista Ricardo Smyllie Affonso.

Texto extraído da pregação ministrada na Igreja Evangélica
Preparatória, dia 02/08/2009.

Link para a pregação completa: https://www.youtube.com/watch?v=I7nXmT8JnDo

sábado, 25 de abril de 2020

Pastor que encostou o cajado - Saiba o que aconteceu depois

O homem tem plena liberdade de fazer o que quiser. Se ele disser “Não vou levantar”, ele não levanta. Se disser “Eu não vou sentar”, ele não senta. Mas dependendo de sua desobediência a uma ordem, ele terá consequência.

Um pastor, amigo meu, tinha um problema na sua vida: a sua esposa foi acometida por uma amnésia. Aquela mulher começou a ter problemas, a usar fraldas, e aonde ela fosse era uma dificuldade muito grande para o pastor.

E o pastor tinha que manter empregada, ele tinha que manter enfermeira... A vida dele começou a ficar uma vida cansativa, porque ele tinha uma mulher que usava fraldas, uma mulher que não falava coisas certas. E a primeira coisa que aquele pastor fez: pegou o ministério e encostou. E disse para Deus:

- Senhor, não tem jeito de eu pastorear.

O que o Senhor fez? Imediatamente, quando foi diante de Deus, a balança de Deus pesou e o Senhor olhou e falou:

- O meu ungido está renunciando às minhas ordens por causa da sua mulher. Então, eu vou recolhê-la.

Imediatamente o Senhor preparou aquela irmã e recolheu para a eternidade. O pastor agora ficou livre. O Senhor Deus observou e falou:

- Agora eu vou ter o meu ungido. O meu ungido agora vai fazer tudo o que eu quero.

Aí o ungido começou a ficar moribundo. O ungido começou a ficar triste, porque estava lhe faltando uma mulher, uma esposa do seu lado. E logo, viúvo, com oitenta anos de idade, em vez de fazer a obra de Deus, ele já estendeu os seus olhos para o meio da igreja para procurar saber onde estava uma companheira. Logo conseguiu a companheira.

A companheira chegou, e ele não lembrou que ele tinha um cajado. Ele não lembrou que ele tinha um compromisso dado por Deus e isso começou a ter consequência. Começou a vir a perda de órgãos, partes do corpo foram tiradas. E até a hora que veio a palavra final: O Senhor falou:

- Agora eu te recolho.

Eu sempre digo à Igreja que Ministério, esses irmãos que brigam pela chamada, para serem consagrados, isso dá morte. Se eu não exercer o meu ministério com sinceridade, se eu não for legítimo naquilo que Deus me confiou, eu estou correndo risco, porque Deus não brinca, não é Deus de brincadeira. Ainda que eu tente mostrar para Deus que eu tenho razão, e falar “Senhor, tu sabes que eu estou assim e assim”...  O Senhor não quer saber dos meus detalhes, quer saber sim que Ele precisa que eu obedeça às suas ordens.

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Autor: Pastor Marco Antonio Mendes.

Transcrição: Evangelista Ricardo Smyllie Affonso.

Texto extraído da pregação ministrada na Igreja Evangélica
Preparatória, dia 02/08/2009.

Link para a pregação completa: https://www.youtube.com/watch?v=I7nXmT8JnDo

domingo, 12 de abril de 2020

Quantos membros tem a Igreja Evangélica Prepraratória?

Talvez você já tenha se deparado com essa pergunta e não soube responder, por não saber realmente quantos membros tem a Igreja. Mas qual a resposta que o nosso Pastor Presidente e Fundador, Rev. Marco Antonio Mendes, dá quando lhe perguntam quantos membros tem a Igreja? Leia abaixo o relato e descubra!


- Quantos membros tem a Igreja Preparatória?


O político, autoridade com mandato em Juiz de Fora, fez essa pergunta ao Pastor Marco. Vereador, estava no Núcleo de Assistência Social Cafarnaum, o NASC, acompanhado de outros políticos, para conhecer esta grande obra social patrocinada pela Igreja Preparatória e pelos seus contribuintes.

Os outros políticos que estavam presentes, que já conheciam o modo do Pastor Marco, sabia que era uma pergunta melindrosa, que não deveria ter sido feita.

Muitos que têm algum projeto político gostam de saber "com quem estão falando". Se um pastor diz um número de membros, tem uma importância; se diz um número maior, tem mais relevância.

Ao longo dos anos, a Igreja Preparatória já recebeu e deu baixa em muitos cadastros de membros. Todos os anos tem batismo, todos os meses tem novos membros chegados de outros ministérios, ou retornando em comunhão com a Igreja. Inclusive, os irmãos que partem para a Glória também têm seus nomes incluídos no rol de falecidos, é dada baixa em seus nomes.

Nós sabemos (todos sabem) que muitos pastores gostam de fazer propaganda com o número de membros que dizem que têm. Há milhares de nomes em seu rol de membros, mas quando se vai num culto de Santa Ceia são poucos presentes. Membros fantasmas, muitas vezes, cujos nomes só servem para inflar o cadastro e servir de capital político.

Mas o Pastor Marco não faz dos seus membros capital político. Desde a fundação, o Pastor não deixou de cumprir com sua missão de cidadão, que é votar. Por vezes, o Pastor apoiou publicamente algum candidato com quem teve afinidade. Mas nunca trocou quantidades de votos de membros com político algum.

Após essa explicação, continuando com aquela conversa que aconteceu no Gabinete Adminsitrativo do Cafarnaum:

- Quantos membros tem a Igrejaj?

- A Igreja dá entrada aos que chegam, e dá baixa aos que saem. 

- Sim, Pastor... Mas acho que o senhor não entendeu a pergunta. Quantos membros tem na Igreja Preparatória?

- A Igreja dá entrada e saída em quem chega e quem sai. 

Eu não estava presente nessa reunião, mas consigo imaginar o climão que ficou naquela sala... 

O Pastor Marco, quando conta este testemunho, costuma dizer que não é como Davi, que numerou o povo e pecou contra Deus.

“E o coração doeu a Davi, depois de haver numerado o povo, e disse Davi ao SENHOR: Muito pequei [no] que fiz; porém agora, ó SENHOR, peço-te [que] traspasses a iniqüidade do teu servo; porque tenho procedido mui loucamente.” (2 Samuel 24:10 RC)

Eu, sempre que fui perguntado sobre os membros, nunca dei número, nem mesmo aproximado, porque convivi muito próximo com o Pastor e aprendi com ele.

E você, o que responderia se perguntassem quantos membros tem a Igreja Preparatória?